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Câmara abre espaço para grupo de apoio falar sobre Autismo

02/04/2018 - Atualizado em 02/04/2018 às 17:34

A munícipe Daniela de Araújo, é mãe do pequeno Fabrício, uma criança autista de apenas quatro anos de idade. Fabrício é mais um num Brasil de quase dois milhões de autistas. São pessoas que sofrem do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), uma doença de ordem mental que dentre os sintomas, estão as fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. Nada que não possa ser superado com respeito, informação, tolerância e apoio.

Daniela esteve na Câmara nesta segunda-feira (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo, para falar sobre o assunto. Veja:

“Agradeço aos vereadores pela oportunidade de falar nesta tarde sobre o autismo. Somos um grupo que iniciamos muito pequeno, entre mães que compartilham dos mesmos anseios e das mesmas angustias de querer o melhor para seu filho (autista). O autismo nada mais é que um transtorno neurológico, e que traz consequências que variam de pessoa para pessoa, mas que há como exemplos: a perda parcial ou total da disposição de comunicar-se; a interação social, daquele que não responde a comandos básicos como o de ser chamado pelo nome, entre outros fatores”. Comenta.

Daniela trouxe também dados sobre o TEA. “Segundo a organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 68 pessoas uma é portadora do autismo”. E complementa, “o nosso grupo hoje é formado por 40 mães com crianças diagnosticadas. Somos mães de Medianeira, Serranópolis e São Miguel do Iguaçu, onde buscamos neste momento conscientizar a população sobre a importância de se realizar o diagnóstico precoce do autismo”, anunciou.

Saber lidar com a aceitação de ser informada que o seu filho sofre com o autismo, em ter que buscar sozinha mais informações sobre o assunto torna-se muito complicado. É inevitável a negação, pensar que cada criança tem seu tempo, mas essa não deve ser a realidade. A criança costuma atingir o 18º mês realizando alguns comandos básicos, se passado este tempo e o desenvolvimento não acontecer, é importante agir para que a criança receba a ajuda necessária – são pontos revelados pela mãe de Fabrício. “As crianças apresentam melhoras de até 80% a mais, se diagnosticado precocemente”, pontua.

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